Construir um funil de vendas para saúde do zero, sem base de clientes e sem histórico, e transformá-lo em uma máquina de aquisição que se paga já na primeira mensalidade de cada novo cliente — esse foi o desafio que a Intermídias topou ao lado do Faz Bem, o programa de benefícios do Hospital Santa Izabel, que pertence à Santa Casa da Bahia. Em poucos meses, saímos de praticamente nada para mais de mil clientes ativos.
Este é o case. E ele mostra, na prática, o que separa uma operação que gera assinaturas recorrentes de uma que só gera relatório. Funil bom se paga sozinho.
Índice
Quem é o Faz Bem?

O Faz Bem é o programa de benefícios em saúde ligado ao Hospital Santa Izabel, que por sua vez pertence à Santa Casa da Bahia, instituição centenária e referência em cuidado na Bahia. Não é um plano de saúde: é um programa de fidelidade que oferece telemedicina ilimitada, descontos expressivos em consultas e exames, seguro de vida e uma rede de parceiros, com mensalidade acessível. O público-alvo são adultos sem plano de saúde, em busca de atendimento particular de qualidade a um custo que cabe no bolso.
A proposta era ousada: criar uma nova linha de receita recorrente para o hospital e, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população ao cuidado. Mas havia um detalhe que tornava tudo mais difícil.
O desafio: criar uma operação do zero
Diferente da maioria dos cases, aqui não havia uma operação para melhorar — havia uma operação para nascer. Nenhuma base de leads, nenhum histórico de conversão, nenhum funil de vendas para saúde montado. O produto ainda estava sendo definido e o aplicativo, em fase de testes, quando já era preciso começar a vender. Sem base. Sem histórico. Sem funil.
Era preciso construir tudo ao mesmo tempo: geração de demanda, captura de leads, qualificação, atendimento por uma equipe de call center recém-montada, conversão em assinatura e mensuração de ponta a ponta. Um funil de vendas para saúde inteiro, erguido enquanto o avião ainda estava sendo montado em pleno voo.
E havia o relógio: o início estava previsto para outubro, mas as campanhas só entraram no ar de fato em dezembro de 2025. Menos tempo, mesma ambição.
Cases de Sucesso!
Antes de mais nada, conheça alguns dos cases de sucesso da Intermídias que envolvem o nicho de de saúde e entenda por que e como as estratégias de marketing digital fazem a diferença!
A estratégia: um funil de vendas para saúde de ponta a ponta
A Intermídias não chegou com um pacote de anúncios. Chegou com uma engenharia completa de aquisição, ancorada no RD Station e pensada para funcionar como sistema — não como peças soltas.
O primeiro pilar foi a captação multicanal. Campanhas segmentadas no Google Ads capturaram a intenção de quem já procurava ativamente por termos como “consulta médica popular” e “consulta médica barata”; no Meta Ads, o trabalho foi despertar o interesse de quem ainda não sabia que podia ter esse acesso. Cada canal com um papel claro dentro do funil de vendas para saúde — confundir esses papéis é o que desperdiça verba.

O segundo pilar foi a conversão dupla. A mesma campanha alimentava, ao mesmo tempo, uma landing page de adesão e um botão de WhatsApp. Quem queria resolver na hora, conversava; quem preferia se inscrever sozinho, convertia na página. Dois caminhos para o mesmo destino: virar cliente. Cada canal tem um papel.
O terceiro pilar foi o coração do funil de vendas para saúde: todos os leads, de todos os canais, centralizados no RD Station Marketing e distribuídos automaticamente para dois funis no RD Station CRM — Time Interno e Time Externo. Cada lead percorria etapas padronizadas (Lead Recebido, Contato Inicial, Negociação, Fechamento, Ativação e Boas-vindas), com mais de dez vendedores trabalhando o pipeline e cada oportunidade registrada com seu motivo de ganho ou perda.

O quarto pilar foi a nutrição automatizada: os leads que não fechavam de imediato entravam em fluxos de e-mail que mantinham o programa vivo na cabeça da pessoa até o momento da decisão. Nenhum lead caía no esquecimento — e essa é justamente a parte que a maioria das operações negligencia em um funil de vendas para saúde.

Por fim, o RD Station Marketing funcionou como hub de atribuição: consolidou a origem de cada lead numa base única, dando à operação uma visão de retorno que Google e Meta, isolados, não entregam.
Os resultados que provam o método
Os números falam por si. No período de dezembro de 2025 a maio de 2026, o funil de vendas para saúde construído para o Faz Bem registrou:
No RD Station Marketing, 43928 visitas, 4398 leads e 1066 clientes – uma operação que saiu de um único lead para a casa dos milhares em poucos meses.

De 1 lead a milhares.
No RD Station CRM, 3469 negociações enviadas geraram 1009 vendas. Uma taxa de conversão de 29% de negociação para venda fechada, número que coloca a operação muito acima da média do setor educacional e de saúde.

E essa eficiência cresceu com o tempo: a conversão de lead para venda, que começou em torno de 17% nos primeiros meses, evoluiu para a faixa de 29% a 32% mostrando ganho real de maturidade comercial sem inchar a equipe.
A operação investiu R$ 44.871,80 em mídia paga, distribuídos entre Meta e Google, com mais de 1,1 milhão de impressões e dezenas de milhares de cliques qualificados.

O dado mais marcante, porém, não é o volume — é a eficiência. Como o produto é recorrente, a operação se paga no primeiro mês. Cada novo assinante cobre o custo de sua própria aquisição logo na primeira mensalidade, e tudo que vem depois é resultado acumulado. Em um funil de vendas para saúde bem construído, o retorno não é uma aposta — é uma engrenagem.
A consistência aparece também no time comercial, com vendedores convertendo centenas de oportunidades cada ao longo do período. E isso também foi possível por conta dos treinamentos comerciais realizados para o time pela Intermídias.

Por que isso importa para o setor de saúde?
O setor de saúde no Brasil ainda confia demais no boca a boca e na indicação. Funcionou por décadas, mas o paciente mudou: ele pesquisa, compara e decide no digital. Quem não está lá, com um funil de vendas para saúde estruturado, simplesmente não é considerado. O paciente decide no digital.
O case do Faz Bem prova três coisas. Primeira: dá para lançar um produto de saúde do zero e escalar rápido, desde que a aquisição seja tratada como engenharia, não como sorte. Segunda: a integração entre marketing e vendas — leads centralizados, distribuídos e acompanhados num CRM — é o que transforma volume em receita. Terceira: um funil de vendas para saúde bem montado não é custo, é o investimento de melhor retorno que uma instituição pode fazer.
A diferença entre uma operação que cresce e uma que estagna quase nunca está no tamanho da verba. Está em ter quem saiba ler os dados, ajustar a rota toda semana e fazer o básico — muito bem feito.
A sua operação também pode
Se você é gestor de uma instituição de saúde e reconheceu na história do Faz Bem algum dos seus próprios desafios — leads que não viram cliente, verba sem retorno claro, ausência de um funil de vendas para saúde de verdade — saiba que nada disso é privilégio de grandes redes.
A Intermídias constrói e opera a engenharia digital completa, do primeiro clique à assinatura confirmada. Entre em contato e descubra como montar o funil de vendas para saúde da sua instituição — e transformar interesse em crescimento previsível.







