Em um evento com janela única de 60 dias, não existe segunda chance. Ou a verba trabalha no lugar certo, na hora certa, ou a oportunidade passa. Foi exatamente esse o desafio que a CASACOR Bahia colocou na mesa.
Fazer marketing digital para eventos é correr contra o relógio: diferente de um negócio contínuo, uma mostra tem data para abrir, data para fechar e nenhuma margem para erro no meio do caminho. A CASACOR Bahia — franquia local da maior mostra de arquitetura, design e paisagismo das Américas — precisava vender os ingressos da sua mostra 2026 em uma janela curta, com mídia paga, rastreamento real e verba que durasse até o último dia. Este é o case de como a Intermídias transformou esse objetivo em resultado medido.
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Quem é a CASACOR Bahia?

A CASACOR é a maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas, e sua edição baiana é um dos eventos culturais mais esperados de Salvador a cada ano. Em 2026, a franquia local recebeu autonomia da matriz nacional para gerir a própria mídia paga e escolher uma agência da praça para conduzir a operação.
A marca já tinha tudo o que uma campanha sonha ter: desejo de público altíssimo, criativo profissional pronto e um gatilho comercial forte — a pré-venda com 20% de desconto. O que faltava era uma operação de marketing digital para eventos à altura dessa marca: mídia rastreável, leitura em tempo real e verba distribuída de forma inteligente ao longo de toda a janela.
O desafio: um objetivo, 60 dias
O briefing foi direto: vender os ingressos em cerca de 60 dias. A mostra abriria em 7 de julho, mas a pré-campanha precisava entrar no ar já em junho, para impulsionar a venda antecipada. Janela única. Zero margem.
No marketing digital para eventos, essa compressão de tempo é decisiva. Não há meses para testar, aprender devagar e corrigir a rota no trimestre seguinte. Cada decisão precisa ser tomada com o dado na mão, no mesmo dia. E haviam camadas extras de complexidade: a venda era híbrida – acontecia tanto online quanto na bilheteria física -, e com uma parcela do público que costuma comprar presencialmente e em dinheiro. Ou seja, o rastreamento digital nunca enxergaria 100% das vendas, e a leitura da operação precisava cruzar o dado online com o ritmo da venda física sem entrar em pânico.
A missão da Intermídias era clara: chegar no início de junho com toda a fundação no lugar e sustentar a venda, com eficiência, até o último dia da campanha, em setembro.
A estratégia: fundação de dados e verba por ondas
A Intermídias não chegou para “só impulsionar”. Chegou para instalar uma operação completa de marketing digital para eventos, construída em três movimentos.
O primeiro foi a fundação de dados e acessos, antes de qualquer anúncio ir ao ar. Isso significou implementar o rastreamento ponta a ponta no caminho de compra — GA4, Pixel e CAPI da Meta, Google tag e UTMs padronizados — para que cada venda pudesse ser atribuída à campanha que a gerou. Em paralelo, foi montado um painel ao vivo, unindo GA4, Meta e Google Ads em um único link, com acesso 24 horas. Chega de relatório atrasado: a operação passou a ser lida em tempo real.

O segundo movimento foi a gestão de mídia por objetivos e por ondas. Em vez de despejar a verba de uma vez, o investimento foi distribuído ao longo de toda a janela do evento, respeitando a sazonalidade da venda: o pico do lançamento, o esfriamento do meio e a reaceleração da reta final. Essa é uma marca registrada do bom marketing digital para eventos — a verba precisa acompanhar as ondas de venda, não esgotar antes da hora. As campanhas combinaram três frentes: compra direta (o objetivo central), alcance e remarketing, cada uma com seu papel no funil.

No Google Ads, a estratégia de palavras-chave entregou o menor custo por conversão de toda a operação, capturando a intenção de quem já estava procurando pela mostra. No Meta Ads, os criativos — com destaque para os estáticos, que tiveram o menor custo por resultado — atuaram como o principal motor de conversões da campanha, gerando desejo e alcance na praça de Salvador.


O terceiro movimento foi o acompanhamento diário com ajuste tático. Com o painel ao vivo, a verba era realocada para onde a venda estava acontecendo, e a leitura cruzava o digital com o ritmo da bilheteria física. Um detalhe fez diferença: a ativação de uma lista de compradores de edições anteriores trouxe 146 vendas a um custo de apenas R$ 9,25 cada — o uso inteligente da própria base, um ativo que muita operação de marketing digital para eventos ignora.

Os números que provam o resultado
O resultado não ficou no campo da promessa. Ficou no painel, medido e atribuído.
A campanha alcançou um ROAS de R$ 11 , 86 – ou seja, cada real investido em mídia retornou quase 12 vezes em venda de ingresso.
E esse número é ainda mais expressivo pelo que ele não mostra: no fim da campanha, uma falha de rastreamento no Google Ads deixou de registrar parte das conversões. O resultado real foi ainda maior. Mesmo com essa subnotificação, a operação entregou um retorno que poucas campanhas de venda de ingresso alcançam.

Entre os destaques: o Meta Ads se firmou como o principal motor de conversões, com os criativos estáticos registrando o menor custo por resultado (R$ 4,22); as campanhas de palavras-chave no Google entregaram o menor custo geral (R$ 6,15) com alta taxa de cliques; e a reativação da base de compradores anteriores gerou vendas a um custo quase simbólico. Somado a isso, houve crescimento orgânico sólido nos perfis de Instagram e Facebook da mostra ao longo do período.

Cada real rastreado até a venda. Cada onda com verba na hora certa. Foi assim, do primeiro clique ao ingresso vendido, que a operação se sustentou pelos 60 dias.
Por que marketing digital para eventos é diferente
A maioria das marcas trata um evento como trata uma campanha comum. Mas marketing digital para eventos tem uma física própria: a janela é curta, a venda tem ondas e a decisão precisa ser diária. Impulsionar post sem rastreamento, gastar a verba toda no começo ou ler o resultado só no relatório da semana seguinte são erros que, em um negócio contínuo, custam caro — mas que, em um evento de 60 dias, custam a edição inteira.
O que separa uma operação vencedora de uma amadora quase nunca é o tamanho da verba. É ter quem instale a fundação de dados antes do start, distribua o investimento pelas ondas certas e leia a operação em tempo real para agir antes que a janela feche. É a diferença entre decidir no escuro e decidir com o painel ao vivo na frente.
O seu evento também pode
Se você produz um evento, uma feira ou uma mostra e reconheceu algum desses desafios — verba que acaba antes do fim, não saber quem comprou vindo do anúncio, relatório que chega tarde demais para ajudar — saiba que isso tem solução, e ela não é sobre investir mais. É sobre investir com estrutura.
A CASACOR Bahia provou que marketing digital para eventos feito com fundação de dados, verba por ondas e leitura em tempo real transforma uma janela apertada de 60 dias em venda de ingresso com retorno medido. Entre em contato com o time da Intermídias e descubra como construir a operação de performance da sua próxima edição — do primeiro clique ao ingresso vendido.



